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O Conselho Regional de Medicina do Amapá (CRM-AP) sediou, nesta terça-feira (18), o evento “Agosto Lilás: Violência contra a Mulher – desafios contemporâneos e o papel da perícia oficial na produção da prova e no acesso à Justiça”. A programação reuniu profissionais de diferentes áreas para discutir os desafios do enfrentamento à violência contra a mulher e a importância da atuação integrada na proteção das vítimas.

Realizado pela Polícia Científica do Amapá (PCA-AP) e pela Associação dos Médicos Legistas do Amapá (AMLAP), com apoio do CRM-AP, o encontro contou com conferências sobre violência contra a mulher, perícia médica, perícia psicológica, genética forense e investigação de locais de crime.

De acordo com o Perito Médico-Legista da Polícia Científica do Amapá e presidente da Associação dos Médicos Legistas do Amapá, Dr. Pedro Artur Lobato, a proposta da programação foi ampliar o olhar sobre a violência contra a mulher e destacar a importância da perícia oficial na produção de provas e no acesso à Justiça.

“Pensamos essa programação com o objetivo de ampliar o olhar sobre a violência contra a mulher e mostrar a importância da perícia oficial na produção de provas e no acesso à Justiça. Reunimos profissionais de diferentes áreas para abordar desde os aspectos históricos e a atuação médico-legal até a perícia psicológica, a genética forense e a análise do local de crime.” O médico-legista destacou ainda a importância da integração entre as instituições que atuam na rede de proteção.

“Mais do que apresentar conhecimentos técnicos, queremos fortalecer o diálogo entre as instituições e mostrar que o enfrentamento à violência contra a mulher exige uma atuação integrada, qualificada e humanizada. Cada área tem um papel importante na construção da prova e, principalmente, na garantia de que a vítima seja acolhida e tenha seus direitos respeitados.”

O evento também promoveu uma mesa-redonda com representantes da Perícia Oficial, Polícia Judiciária, Ministério Público, Defensoria Pública, Advocacia e Poder Judiciário, ampliando o debate sobre a construção da prova e os caminhos para garantir o acesso à Justiça.

“Mais do que apresentar conhecimentos técnicos, queremos fortalecer o diálogo entre as instituições e mostrar que o enfrentamento à violência contra a mulher exige uma atuação integrada, qualificada e humanizada. Cada área tem um papel importante na construção da prova e, principalmente, na garantia de que a vítima seja acolhida e tenha seus direitos respeitados.”

O evento também promoveu uma mesa-redonda com representantes da Perícia Oficial, Polícia Judiciária, Ministério Público, Defensoria Pública, Advocacia e Poder Judiciário, ampliando o debate sobre a construção da prova e os caminhos para garantir o acesso à Justiça.

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